Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006

que criaturas...




O Morcego continua a sua vidinha
de sempre, de saudade
o que voa , imune
à voz da tempestade

-Raios o partam
Dizem o Abismo, a chuva , o frio
Mas ele vai, cambaleia
Vai de frente à sua vontade
foi a sua demanda, que o levou a isto
ao velho templo, à casa
de volta à sua irmandade

Chegaste a casa Morcego danado...
tiveste azar, cambaleaste
tal e qual gato escaldado
mas a quantos tu mostraste...
esse fato de guerreiro nunca antes derrotado...

Voaste imenso, rios compridos
montes abaixo,abismos ao lado
voaste sobre castelos fictícios
como diz Camões :
'por mares nunca dantes navegados'

Bem para quem me tem lido desde o princípio, o morcego já é uma personagem habituéé..
continua a sua saga em busca do perfeito ( e inpossível ), e pela
sua (breve???) felicidade....

saudações , beijinhos e abraços...

6 Comments:

At Domingo, Fevereiro 05, 2006 11:05:00 PM, Blogger Lord_Nelson said...

O morcego que voe sem rumo, sem direcção, Ele é um animal das trevas, pois que as trevas sejam a sua vida

 
At Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006 9:46:00 AM, Blogger kikas said...

Morcego, morceguinho
em k caverna escura foste tu fazer o teu ninho?
Tu k n suportas a luz da vida, o calor do sol, a cor do mundo.
Essa tua vida monocromática, negra, tão fria, aquecida apenas pelo sangue dos ratos k pressegues na escuridão da noite.
És feio e és nojento!
Mas ainda assim.. há kem goste de ti..
:S

 
At Quarta-feira, Fevereiro 08, 2006 11:10:00 AM, Blogger kikas said...

O que me estás a dizer??
Cala-te! Cala-te!
Não vês que as tuas palavras me violam os ouvidos, escorrem por entre mim adentro, ficam retidas no meu cérebro e kk dia me invadem o coração??
Outra vez, não.
Já chega.
Essas palavras estratégicas sem estratégia, ditas com a doçura de quem as quer ouvir.
Não te ouço a voz, mas imagino-te o timbre, e os meus olhos produzem sons.
Suplico-te, não me conquistes para depois me abandonares em kk sargeta.
Deixa-me em paz, sossegada neste abandono de alma penada fustigada pelo vento da indiferença.
Deixa-me estar que não quero voltar a acender um fogo que depois nem mil bombeiros conseguem apagar.
A dor de abrir o coração tão remendado, de o sentir pulsar de novo, o jorro quente do sangue a invadir-me as veias.
Tem cuidado com o k dizes. Mede as tuas palavras. Analisa o seu significado, antes de te transbordarem pela boca. Esse discurso de publicidade enganosa. Esse dizer coisas bonitas k n significam nada.
Não digas. Não fales. Pára..
Pára que me vou perder nesse discurso doce, k me vou enganar outra e mais uma vez, k vou pensar k um dia pude fazer a diferença.
Pára k me vou perder..

 
At Sábado, Fevereiro 03, 2007 8:56:00 PM, Anonymous Anónimo said...

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At Sexta-feira, Março 16, 2007 12:22:00 PM, Anonymous Anónimo said...

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